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domingo, 25 de maio de 2014

lição de casa - página 123

refletir e ampliar - exercício 1

1)        Guiana
         Nome Oficial:  República       Cooperativa da Guiana

Área: 214.999 km²
Capital: Georgetown
População: 800.000 (estimativa 2009)
Nacionalidade: guianesa
Governo: República com forma mista de governo
Divisão administrativa: 10 regiões 

GEOGRAFIA:

Continente: América (América do Sul)
Cidades Principais: Georgetown, lethem, Shea, Linden, New Amsterdam.
Clima: tropical ao norte e equatorial na região sul

Brasão de armas da Guiana Brasão de armas da Guiana

DADOS CULTURAIS E SOCIAIS:

Composição da População: indianos (51%), afro-americanos (31%), eurameríndios (11%) ameríndios (5%), outros (3%). 
Idioma: inglês (oficial), hindi, línguas regionais e urdu.
Religiões principais:  cristianismo (cerca de 51%), hinduísmo (cerca de 32%) e islamismo (cerca de 8 %)
IDH: 0,611 (médio) - 2010
Índice de Alfabetização: 99%

ECONOMIA:

PIB (Produto Interno Bruto): US$ 2,05 bilhões (estimativa 2011)
PIB per capita: US$ 7.500 (estimativa 2011)
Força de trabalho: 348 mil (2007)
Moeda: dólar guianense

PONTOS TURÍSTICOS  E CULTURAIS

- Museu Nacional da Guiana
- Museu de Antropologia Walter Roth
- Galeria de Arte Nacional
- Museu Policial
- Museu Militar
- Museu de Filatelia
- Praia Bartica
- Praia Saxacalli
- Cachoeira Amaila
- Jardim Botânico
- Jardim Promenade
- Parque Nacional

RELAÇÕES INTERNACIONAIS:

Organizações que participa: ONU (Organização das Nações Unidas), FMI (Fundo Monetário Internacional), Banco Mundial, Caricom (Comunidade do Caribe), OEA (Organização dos Estados Americanos), OMC (Organização Mundial do Comércio), Comunidade Britânica, Grupo do Rio.

Suriname 
Área: 163.265 km²
Capital: Paramaribo
População: 492 mil (estimativa 2011)
Nome Oficial:  República do Suriname
Nacionalidade: surinamesa
Governo: República presidencialista
Divisão administrativa: 9 distritos

Brasão de armas do Suriname Brasão de armas do Suriname


GEOGRAFIA:

Localização: norte da América do Sul
Cidades Principais: Paramaribo, Lelydorp, Nieuw Nickerie
Clima: equatorial

DADOS CULTURAIS E SOCIAIS:

Composição da População: indianos (37%), eurafricanos (31%), javaneses (15%), afro-americanos (10%), ameríndios (3%), chineses (2%),  outros (2%).
Idioma: holandês (oficial), hindustâni, javanês, inglês, francês, crioulo.
Religião:  cristianismo (51,2%), hinduísmo (17,2%), islamismo (13,7%), sem religião e ateísmo (3,9%), novas religiões (5,9%), espiritismo (3,5%), outras (4,6%).
IDH: 0,646 (Pnud 2010) - baixo
Índice de alfabetização: 90,4%

ECONOMIA:

PIB (Produto Interno Bruto): US$ 1,3 bilhão (2005)
Força de trabalho: 152 mil (2005)
Moeda: dólar surinamês
Principais atividades econômicas: produção de bauxita, agricultura e comércio.


      Guiana Francesa

ÁREA: 83,5 mil km²
CAPITAL: Caiena
POPULAÇÃO: 197 mil (estimativa 2006)
MOEDA:  Euro
NOME OFICIAL: Guiana Francesa (Guyane)
GENTÍLICO: Guianense
PAÍS QUE PERTENCE: França ( A Guiana Francesa é um território ou departamento da França)

GEOGRAFIA DA FRANÇA:

LOCALIZAÇÃO: norte da América do Sul
CLIMA: equatorial
CIDADES PRINCIPAIS: Caiena, Kourou, Saint-Georges, Saul, Degrad des Cannes e Saint-Laurent du Maroni.

IDIOMAS: francês ( oficial ) e dialeto crioulo.

DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 2,5 hab/km2
DIVISÃO ADMINISTRATIVA: 2 arrondissments, 16 cantões e 22 comunas.

IDH: 0,850 (2002)

ESPERANÇA DE VIDA: 71,3 anos (homens) e 79 anos (mulheres).

MORTALIDADE INFANTIL: 12 por mil (2005)

PIB: US$ 3,52 bilhões (estimativa 2006)

RENDA PER CAPITA: : US$ 17.336 (estimativa 2006).

PRINCIPAIS ATIVIDADES ECONÔMICAS: agricultura, turismo e pesca 

Bandeira da Guiana Francesa (a mesma da França)

Bandeira da Guiana Francesa (a mesma da França)

b) Em alguns tem mais produção , mais população e não precisa fazer trocas , já no méxico precisa , quanto mais população melhor para mais 💰 dinheiro 

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Lição de casa pág 104/105

Pág 104/105 - Integrar com Arte

a) A primeira napoleão está em um cavalo cruzando os Alpes no passo Grand-Saint-Bernard.
A segunda napoleão está em cima de um cavalo cruzando os Alpes , com uma pessoa atras do cavalo e uma do lado.

b) Na primeira imagem ele posa como vitorioso.Na segunda como se fosse um explorador , como se estivesse indo descobrir algo.



Bjoos miih

terça-feira, 13 de maio de 2014

pesquisa- napoleão bonaparte

Um dos mais famosos generais dos tempos contemporâneos e um extraordinário estadista nascido em Ajácio, na Córsega, ilha do Mediterrâneo sob administração da França, desde o ano do seu nascimento, que deixou marcas duradouras nas instituições da França e de grande parte da Europa ocidental.

Filho de família pobre, mas dona de um título de nobreza da República de Gênova, estudou na academia militar de Brienne e na de Paris, saindo como oficial de artilharia (1785). Aderiu à Revolução francesa (1789), uniu-se aos jacobinos, serviu como tenente da recém-criada guarda nacional e transformou-se num dos principais estrategistas do novo sistema de guerra de massa. Fez uma carreira meteórica e se destacou pela originalidade nas campanhas militares. Capitão de artilharia na retomada de Toulon aos ingleses e foi promovido general-de-brigada (1793), o mais jovem general do Exército francês.

Após a queda de Robespierre foi detido sob acusação de ser jacobino, mas depois foi encarregado de dirigir a repressão ao levante monarquista de Paris (1795). Casou-se com Josefina (1796), viúva do general guilhotinado (1794) Beauharnais, e tornou-se o comandante-em-chefe do Exército nas campanhas da Itália, contra os austríacos (1795-1797), e do Egito, contra os ingleses (1796-1799). Quando da ocupação do Egito (1798) a expedição científica que o acompanhou incluía o astrônomo Laplace, o químico Bertholet, o físico Monge e o arqueólogo Denon. Em pesquisas arqueológicas foi descoberta a pedra de Rosetta, fragmento de estela, espécie de monolito de basalto negro, que apresenta um decreto de Ptolomeu V, em caracteres hieroglíficos, demóticos e gregos (196 a. C.), que Champollion usaria para decifrar os hieróglifos egípcios (1822) e está exposta no British Museum, em Londres.

Liderou um golpe de Estado (1799), instalou o Consulado e fez-se eleger cônsul-geral, apoiado em um plebiscito popular. Promulgou uma Constituição de aparência democrática. Organizou o governo, a administração, a polícia, a magistratura e as finanças. Tomou medidas despóticas e antiliberais, como o restabelecimento da escravidão nas colônias, e outras de grande importância econômica, como a criação do Banco de França (1800). Concluiu com o papa Pio VII a concordata (1801), que restabelecia a igreja na França, embora submetida ao estado.

Criou a Legião de Honra e o novo código civil, depois chamado Code Napoléon, elaborado por uma comissão de juristas com participação ativa do primeiro-cônsul. Essa medida de grande alcance tornou-se o maior feito jurídico dos tempos modernos, consubstanciou os princípios defendidos pela revolução francesa e influenciou profundamente a legislação de todos os países no século XIX.

O restabelecimento da ordem e da paz, bem como atentados frustrados de monarquistas, fizeram crescer a sua popularidade, que habilmente a utilizou para se fazer proclamar cônsul vitalício por plebiscito (1802). Coroou-se rei da Itália (1805) divorciou-se da imperatriz Josefina (1809) e casou-se com Maria Luísa, filha do imperador austríaco. Em guerra permanente contra as potências vizinhas enfrentou a coalizão de todas as potências européias e foi derrotado em Leipzig (1813).

Depois de uma desastrada campanha na Rússia, foi derrotado pelos exércitos aliados adversários dos franceses e obrigado a abdicar (1814). Exilou-se na ilha de Elba, na costa oeste da Itália.

No ano seguinte organizou um exército e tentou restaurar a monarquia, mas foi derrotado na Batalha de Waterloo, na Bélgica (1815). esse período ficou conhecido como o Governo dos Cem Dias. Preso pelos ingleses, foi deportado para a ilha de Santa Helena, no meio do Atlântico, onde morreu em 5 de maio.

domingo, 11 de maio de 2014

lição de casa pág 90 - 7 ao 10

7) girondinos - representavam a alta burguesia e defendiam posições sociais moderadas , temendo que as camadas populares assumissem o controle da revolução.
jacobinos - representavam a pequena burguesia e o proletariado de Paris. Defendiam posições mais radicais e de interesse popular, sendo por isso , apoiados pelos sans-culottes.
8) 
9) sim , eles tinham o direito do voto universal masculino , o direito da rebelião e o direito ao trabalho.
10) os girondinos , representavam os interesses da burguesia , tinha uma nova orientação política , essa convenção elaborou outra constituição.

beijos mih

Exemplo de superação

História de Fernando Fernandes ex-BBB ao ficar paraplegico apos acidente

Sempre fui apaixonado por esportes. Praticava todos os que fossem possíveis, inclusive o futebol, passando por categorias de base de alguns clubes, até me profissionalizar, aos 17 anos. Um ano depois, porém, fui convocado para o Exército Brasileiro, de onde saí com 19 anos. Então fui passar seis meses na califórnia, onde estudei inglês. Paralelamente às atividades esportivas, eu trabalhava como modelo, e ao voltar para o Brasil aceitei o convite de uma agência e fui morar em Nova York, e ainda que morando em um bairro considerado pobre, o Harlem, passei a desfrutar de todos os privilégios de um modelo internacional.

Em uma manhã, recebi uma ligação de minha mãe dizendo que estava havendo uma Guerra nos Estados Unidos. Mal sabia eu que estava na cidade do atentado ao World Trade Center. Isto gerou um caos, pois não podíamos fazer nada além de esperar em casa para saber o que estava acontecendo. Passamos dias na indecisão, porém resolvi que não voltaria ao Brasil, pois aquela seria uma oportunidade única. A partir de então, vários trabalhos surgiram, como campanhas da Abercrombie & Fitch com um dos maiores fotógrafos do mundo, Bruce Weber. Desfilei para Calvin Klein e outros trabalhos um pouco menores, como Coogi Austrália. Ao final da temporada e do ano retornei ao Brasil.


De volta ao lar, segui treinando boxe, como fiz ao longo de todo o período em que estive no mundo da moda, e voltando de um treino fui abordado na rua por um rapaz que se dizia “olheiro” e me convidou para participar da segunda edição do Big Brother Brasil. No início não estava muito confortável com a idéia, cheio de dúvidas, mas aceitei gravar um vídeo teste. Duas semanas depois eu já estava dentro do programa. Lá permaneci por três semanas e fiz algumas amizades que conservo até hoje.

Quando saí do programa resolvi estudar teatro e morar no Rio de Janeiro. Este período me deu muito prazer, e acabei participando de três peças. “Endependência”, de João Brandão; “A Missão Secreta de Tom Rilver”, de Moises Bittencourt; e “O Ateneu”, dirigido por Leo Bricio, Andre Mattos e Gaspar Filho. Esta última experiência foi incrível, pois contracenei com 42 jovens e montávamos e desmontávamos cenários em cada passagem de cena. E mesmo encontrando no teatro um momento muito especial da minha vida, ficou claro que esta não seria a carreira que eu seguiria.

Nesses anos todos eu continuava praticando Boxe e cursava faculdade de Educação Física. No Boxe cheguei a ser campeão carioca iniciante amador, treinando com o professor Raff Giglio, no Morro do Vidigal. Também participava do "Futebol de artistas", pelo qual viajava o país todo fazendo partidas beneficentes. Minha carreira de modelo sempre me seguia e era de onde eu tirava o meu sustento e um certo conforto. Nesta época conheci o fotógrafo Mario Testino, que me fotografou para revista Vogue alemã, e no fim de 2009 recebi o convite para estrelar a campanha de perfumes da Dolce & Gabbana com as tops Naomi Campbell, Claudia Schifer e Eva Herzigova. Isso alavancou minha carreira e recebi diversos convites de agencias internacionais. Passei uma temporada em Atenas, Grécia. Voltei para o Brasil, mas o regresso a Europa já estava programado, e a intenção era passar diversas temporadas trabalhando por lá.


No dia 4 de Julho estes planos foram interrompidos. Na volta para casa após uma partida de futebol acabei dormindo ao volante e acordando em um lugar cheio de luzes e cheio de pessoas com roupas brancas. Cheguei a me perguntar se ali seria o céu, pois ainda estava sob efeito de fortes medicamentos e analgésicos. Mas a situação foi se acalmando, fui tomando consciência dos fatos e entendi que estava em um hospital. Percebi que não estava sentindo minhas pernas e aquela sensação me causou desespero, porém uma força enorme, que não sei de onde veio, me tranqüilizou e comecei a viver dia após dia. Passei cinco dias na UTI, mas ali já sabia que estava fora de risco. Estava internado em um hospital público, mas com pessoas de extrema competência. Todos foram muito humanos e profissionais.

Familiares e amigos foram muito importantes no dia a dia, pois me serviam de "combustível" para não deixar "meu carro afogar". Passei um mês internado e logo fui para casa, onde fiquei por mais um mês. No terceiro mês fui para Brasília, no Hospital de Reabilitação Sarah, onde encontrei um lugar com pessoas que estariam vivendo uma realidade parecida com a minha. Lesões medular, lesões cerebrais e todo tipo de problemas. Isso me fortaleceu demais, pois pude ver que por mais difícil que fosse meu problema, ali tinha pessoas com dificuldades bem maiores, lutando com toda garra pela vida. Eu já estava decidido que não iria me entregar, e quando cheguei lá tive a certeza que realmente não me entregaria e sim deveria agradecer a DEUS pela oportunidade dada. Dei início à fisioterapia e posteriormente aos treinos físicos, mesmo que bem leves. Meu objetivo principal, logicamente era voltar a andar, porém não iria parar minha vida para esperar este momento, apesar de dar toda a minha dedicação por ele. Iniciei minhas atividades esportivas com musculação, corridas na cadeira, e caminhadas com ortese na fisioterapia. Isso me proporcionava um enorme prazer, poder me superar a cada dia. Foi então que me veio à cabeça a corrida de São Silvestre.

Com apenas três meses de lesão decidi que participaria da corrida que aconteceria três meses depois. Desde então meus treinamentos foram voltados para esse objetivo, paralelamente com a fisioterapia, pois a vontade de andar, sem dúvida, predomina. Aos quatro meses de Lesão fui transferido para a Sarah Lago Norte, que já seria um local voltado para reabilitação, diferente do outra Sarah que era voltado à parte Clínica. Lá pude dar ênfase aos treinos e me preparar para maratona. No dia 23 de dezembro voltei para São Paulo para passar as festas de Fim de Ano com minha família. O carinho dos meus pais, irmãos, parentes e amigos me fortaleceu muito, mas não conseguia deixar de pensar na corrida. E no dia 31 estava eu lá, no meio da Avenida Paulista, pronto para ultrapassar aquele meu objetivo.

Quando foi dada a largada foi um dos momentos mais emocionantes da minha vida, pois foi um momento de reflexão. Apesar do "calor da prova" um filme se passou na minha cabeça relembrando minha vida toda ...... e isso me deu mais força para seguir os 15 km da corrida e enfrentar a subida da Av. Brigadeiro com a mão toda esfolada e em carne viva. Não poderia desistir de maneira alguma, pois eu sei que eu estava ali representando uma parte da população que estava vivendo momentos de dificuldades e que muitas vezes tem vergonha de sair de casa por preconceitos e pela falta de estrutura que temos no nosso pais.




E com o pneu furado acabei minha prova e ganhei o maior prêmio da minha vida, que foi o abraço de meus pais orgulhosos chorando por eu ter vencido essa "barreira". Hoje estou em São Paulo treinando e competindo numa modalidade diferente, a Canoagem, que me proporcionou não só um crescimento e engrandecimento físico como também mental. E ainda tenho FÉ e ESPERANÇA que as coisas vão melhorar, e enquanto isso vou ultrapassando e atropelando as dificuldades sem medo e utilizando a maior ferramenta que DEUS me deu, "O Esporte".
biografia de fernando fernandes 

terça-feira, 22 de abril de 2014

trabalho de história

Por Cristiana Gomes

Pode se dizer que a Revolução Francesa teve relevante papel nas bases da sociedade de uma época, além de ter sido um marco divisório da história dando início à idade contemporânea.

revolucao francesaFoi um acontecimento tão importante que seus ideais influenciaram vários movimentos ao redor do mundo, dentre eles, a nossa Inconfidência Mineira.

Esse movimento teve a participação de vários grupos sociais: pobres, desempregados, pequenos comerciantes, camponeses (estes, tinham que pagar tributos à nobreza e ao clero).

Em 1789, a população da França era a maior do mundo, e era dividida em três estados: clero (1º estado), nobreza (2º estado) e povo (3º estado).

Clero

  • Alto clero (bispos, abades e cônicos)
  • Baixo clero (sacerdotes pobres)

Nobreza

  • Nobreza cortesã (moradores do Palácio de Versalhes)
  • Nobreza provincial (grupo empobrecido que vivia no interior)
  • Nobreza de Toga (burgueses ricos que compravam títulos de nobreza e cargos políticos e administrativos)

Povo

  • Camponeses
  • Grande burguesia (banqueiros, grandes empresários e comerciantes)
  • Média burguesia (profissionais liberais)
  • Pequena burguesia (artesãos e comerciantes)
  • Sans-culottes (aprendizes de ofícios, assalariados, desempregados). Tinham este nome porque não usavam os calções curtos com meias típicos da nobreza.

O clero e a nobreza tinham vários privilégios: não pagavam impostos, recebiam pensões do estado e podiam exercer cargos públicos.

O povo tinha que arcar com todas as despesas do 1º e 2º estado. Com o passar do tempo e influenciados pelos ideais do Iluminismo, o 3º estado começou a se revoltar e a lutar pela igualdade de todos perante a lei. Pretendiam combater, dentre outras coisas, o absolutismo monarquico e os privilégios da nobreza e do clero.

A economia francesa passava por uma crise, mais da metade da população trabalhava no campo, porém, vários fatores ( clima, secas e inundações), pioravam ainda mais a situação da agricultura fazendo com que os preços subissem, e nas cidades e no campo, a população sofria com a fome e a miséria.

Além da agricultura, a indústria têxtil também passava por dificuldades por causa da concorrência com os tecidos ingleses que chegavam do mercado interno francês. Como conseqüência, vários trabalhadores ficaram desempregados e a sociedade teve o seu número de famintos e marginalizados elevados.

Toda esta situação fazia com que a burguesia (ligada à manufatura e ao comércio) ficasse cada vez mais infeliz. A fim de contornar a crise, o Rei Luís XVI resolveu cobrar tributos ao povo (3º estado), em vez de fazer cobranças ao clero e a nobreza.

Sentindo que seus privilégios estavam ameaçados, o 1º e 2º estado se revoltaram e pressionaram o rei para convocar a Assembléia dos Estados Gerais que ajudaria a obrigar o povo a assumir os tributos.

OBS: A Assembléia dos Estados Gerais não se reunia há 175 anos. Era formada por integrantes dos três estados, porém, só era aceito um voto para cada estado, como clero e nobreza estavam sempre unidos, isso sempre somava dois votos contra um do povo.

Essa atitude prejudicou a nobreza que não tinha consciência do poder do povo e também porque as eleições para escolha dos deputados ocorreram em um momento favorável aos objetivos do 3º estado, já que este vivia na miséria e o momento atual do país era de crise econômica, fome e desemprego.

Em maio de 1789, após a reunião da Assembléia no palácio de Versalhes, surgiu o conflito entre os privilegiados (clero e nobreza) e o povo.

A nobreza e o clero, perceberam que o povo tinha mais deputados que os dois primeiros estados juntos, então, queria de qualquer jeito fazer valer o voto por ordem social. O povo (que levava vantagem) queria que o voto fosse individual.

Para que isso acontecesse, seria necessário uma alteração na constituição, mas a nobreza e o clero não concordavam com tal atitude. Esse impasse fez com que o 3º estado se revoltasse e saísse dos Estados Gerais.

Fora dos Estados Gerais, eles se reuniram e formaram a Assembléia Nacional Constituinte.

O rei Luís XVI tentou reagir, mas o povo permanecia unido, tomando conta das ruas. O slogan dos revolucionários era “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”.

Em 14 de julho de 1789 os parisienses invadiram e tomaram a Bastilha prisão) que representava o poder absoluto do rei, já que era lá que ficavam os inimigos políticos dele. Esse episódio ficou conhecido como "A queda da Bastilha".

O rei já não tinha mais como controlar a fúria popular e tomou algumas precauções para acalmar o povo que invadia, matava e tomava os bens da nobreza: o regime feudal sobre os camponeses foi abolido e os privilégios tributários do clero e da nobreza acabaram.

No dia 26 de agosto de 1789 a Assembléia Nacional Constituinte proclamou a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, cujos principais pontos eram:

  • O respeito pela dignidade das pessoas
  • Liberdade e igualdade dos cidadãos perante a lei
  • Direito à propriedade individual
  • Direito de resistência à opressão política
  • Liberdade de pensamento e opinião

Em 1790 , a assembleia constituente reduziu o poder do clero confiscando diversas terras da Igreja e pôs o clero sob a autoridade do Estado. Essa medida foi feita através de um documento chamado “Constituição Civil do Clero”. Porém, o Papa não aceitou essa determinação.

Sobraram duas alternativas aos sacerdotes fiéis ao rei.

  1. Sair da França
  2. Lutar contra a revolução

Muitos concordaram com essa lei para poder permanecer no país, mas os insatisfeitos fugiram da França e no exterior decidiram se unir e formar um exército para reagir à revolução.

Em 1791, foi concluída a constituição feita pelos membros da Assembléia Constituinte.

Principais tópicos dessa constituição

  • Igualdade jurídica entre os indivíduos
  • Fim dos privilégios do clero e nobreza
  • Liberdade de produção e de comércio (sem a interferência do estado)
  • Proibição de greves
  • Liberdade de crença
  • Separação do estado da Igreja
  • Nacionalização dos bens do clero
  • Três poderes criados (Legislativo, Executivo e Judiciário)

O rei Luís XVI não aceitou a perda do poder e passou a conspirar contra a revolução, para isso contatava nobres emigrados e monarcas da Áustria e Pressua (que também se sentiam ameaçados). O objetivo dos contra-revolucionários era organizar um exército que invadisse a França e restabelecesse a monarquia absoluta .

Em 1791, Luís XVI quis se unir aos contra-revolucionários e fugiu da França, mas foi reconhecido, capturado, preso e mantido sob vigilância.

Em 1792, o exército austro-prussiano invadiu a França, mas foi derrotado pelas tropas francesas na Batalha de Valmy. Essa vitória deu nova força aos revolucionários franceses e tal fato levou os líderes da burguesia decidir proclamar a República (22 de setembro de 1792).

Com a proclamação, a Assembléia Constituinte foi substituída pelaConvenção Nacional que tinha como uma das missões elaborar uma nova constituição para a França.

Nessa época, as forças políticas que mais se destacavam eram as seguintes:

  • Girondinos: alta burguesia
  • Jacobinos: burguesia (pequena e média) e o proletariado de Paris. Eram radicais e defendiam os interesses do povo. Liderados porRobespierre e Saint-Just, pregavam a condenação à morte do rei.
  • Grupo da Planície: Apoiavam sempre quem estava no poder.

Mesmo com o apoio dos girondinos, Luís XVI foi julgado e guilhotinado em janeiro de 1793. A morte do rei trouxe uma série de problemas como revoltas internas e uma reorganização das forças absolutistas estrangeiras.

Foram criados o Comitê de Salvação Pública e o Tribunal Revolucionário (responsável pela morte na guilhotina de muitas pessoas que eram consideradas traidoras da causa revolucionária).

Esse período ficou conhecido como “Terror”, ou "grande medo", pois os não-jacobinos tinham medo de perder suas cabeças.

Começa uma ditadura jacobina, liderada por Robespierre. Durante seu governo, ele procurava equilibrar-se entre várias tendências políticas, umas mais identificadas com a alta burguesia e outras mais próximas das aspirações das camadas populares.

Robespierre conseguiu algumas realizações significativas, principalmente no setor militar: o exército francês conseguiu repelir o ataque de forças estrangeiras.

Durante o governo dele vigorou a nova Constituição da República (1793) que assegurava ao povo:

  • Direito ao voto
  • Direito de rebelião
  • Direito ao trabalho e a subsistência
  • Continha uma declaração de que o objetivo do governo era o bem comum e a felicidade de todos.

Quando as tensões decorrentes da ameaça estrangeira diminuiram, os girondinos e o grupo da planície uniram-se contra Robespierre que sem o apoio popular foi preso e guilhotinado em 1794.

Após a sua morte, a Convenção Nacional foi controlada por políticos que representavam os interesses da alta burguesia. Com nova orientação política, essa convenção decidiu elaborar outra constituição para a França.

A nova constituição estabelecia a continuidade do regime republicano que seria controlado pelo Diretório (1795 - 1799). Neste período houve várias tentativas para controlar o descontentamento popular e afirmar o controle político da burguesia sobre o país.

Durante este período, a França voltou a receber ameaças das nações absolutistas vizinhas agravando a situação.

Nessa época, Napoleão Banaparde ganhou prestígio como militar e com o apoio da burguesia e do exército, provocou um golpe.

Em 10/11/1799 , Napoleão dissolveu o diretório e estabeleceu um novo governo chamado Consulado. Esse episódio ficou conhecido como 18 Brumario 

Com isso ele consolidava as conquistas da burguesia dando um fim para a revolução.


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Por Emerson Santiago

A queda da Bastilha foi o evento decisivo para o início da revolução francesa de 1789. A Bastilha  era uma velha fortaleza construída em 1370, utilizada pelo regime monárquico como prisão de criminosos comuns. Na regência do Cardeal Richelieu, porém, o prédio foi transformado em prisão de intelectuais e nobres, especialmente os opositores à ordem estabelecida, seja em relação à monarquia, sua política ou mesmo à religião católica, oficial no período monárquico.

A invasão da fortaleza pelo povo de Paris, em 14 de julho de 1789 é a data referencial para marcar as comemorações da Revolução Francesa. Apesar de ser uma prisão, na data em que foi invadida esta contava apenas com sete presos. A tomada da fortaleza tinha o aspecto prático de resgatar as armas que haviam em seu interior, e também o aspecto simbólico de ocupar um dos expoentes máximos do absolutismo.

Outro aspecto marcante do acontecimento foi o de demonstrar que o movimento em curso para buscar a extinção do regime absolutista contava a partir de agora com a população em geral e não mais de um grupo de deputados que pretendiam modificar o regime através de leis.

Na época, o sistema legislativo francês dividia-se em três grupos, os chamados três estados : o primeiro compreendia os representantes da nobreza; já o segundo representava o clero católico; finalmente, o terceiro, representava a população em geral. Os dois primeiros grupos votavam quase sempre em conjunto deixando o Terceiro Estado isolado e marginalizado, tornando qualquer proposta de mudança da situação pela via política bastante difícil.

Diante dessa situação de falta de representabilidade política, somada à dilapidação dos cofres públicos promovida pela nobreza e pelo clero, aos problemas econômicos enfrentados pelo país na época (devido à participação francesa na guerra de independência dos Estados Unidos somada às colheitas deficitárias ocorridas naqueles últimos anos), a situação torna-se insustentável, o que lança o povo contra o governo de modo dramático, tomando o controle do país à força.

Esta tomada de posição das classes mais humildes irá tomar da classe burguesa o comando pelas reformas no país. É assim que, a 25 de agosto do mesmo ano de 1789, a revolução em curso aprova a Declaração De Direitos Do Homem E Do Cidadão , documento de inspiração iluminista que marca o declínio dos traços do sistema feudal ainda vigente no país, defendendo direitos considerados atualmente básicos e fundamentais, como direito à liberdade, igualdade perante à lei, inviolabilidade da propriedade privada e resistência a qualquer tipo de opressão.


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Bjs

Miiih

domingo, 13 de abril de 2014

Lição de Casa , Pág 90 , 2 e 5 organizar e aplicar

Pág 90

2) O Terceiro estado iria pagar mais impostos, enquanto o nobres, e o clero iriam pagar poucos impostos.

5) Monarquia absolutista : A palavra do Rei era única , não poderia discordar. 
Monarquia constitucional: A França tornava-se uma monarquia constitucional, na qual a alta burguesia era o grupo mais poderoso ou hegemônico. Essa supremacia burguesa podia ser constatada em alguns dos principais pontos da Constituição.




Beijoos 
Miih

terça-feira, 8 de abril de 2014

Pág 90

Página 90 organizar e aplicar exercício 1

1) Pois era o nome dado àqueles revolucionários que deixavam de usar oscalções  (ou culotes , do francês culottes), tipo de vestimenta semelhante à da nobreza, passando a usar calças compridas.

Página 90 e 91 integrar com arte e ciências exercício 1

1)a) Está representando os nobres de toga , nobres cortesã e os empobrecidos.
b) Uma sequência do mais rico pro mais pobre.



Beijoos
Miih

domingo, 6 de abril de 2014

O patriota


Para o exercito Italiano todos os traidores deveriam ser mortos, existia um espírito de amor à pátria muito grande. Benjamim Martin tinha convicção vencendo a guerra devesas coisas iriam mudar; acreditava que era a chance de construir um mundo onde todos os homens seriam iguais perante Deus.
Os colonos ingleses se refugiaram no Forte Charles, ao chegar lá o forte estava abandonado, haviam partido uma semana antes, chegando lá mataram os colonos, homens, mulheres, algumas crianças, tudo lentamente, pedaços por pedaços e tornaram heróis.
Cenas mostram que o sentimentalismo de arrependimento é cruel e faz como que herói da guerra franco-endiana (a guerra dos sete anos). Benjamim Martin (Mel Gibson), deixou de vez para trás a luta armada para criar sua família em paz. Considerado um soldado astucioso, eficiente e bravo ele casa-se com uma mulher de boa família que lhe deu sete filhos e influenciado por ela, troca seu passado violento pro um futuro pacífico em sua extensa fazenda.
Mas uma rebelião está em curso. Outro conflito, dessa vez com a Grã-bretanha, é inevitável, agora um homem dedicado exclusivamente à família, Martin não está disposto a retorna aos campos de batalha. Viúvo recentemente, ele tem objetivos diferentes, pois tornou0se o único a zelar pelo bem de sua vida. Além disso, os horrores das lutas do passado ainda o torturam. “Se estão me perguntando se eu estaria disposto a lutar na guerra, contra a Grã-bretanha, a resposta é não. Já estive na guerra e não tenho nenhuma intenção de fazê-la novamente”, declara Martin em seu discurso emocionado diante do congresso de Charleston. “Minha esposa morreu, tenho sete filhos, quem olhará por eles se eu for á guerra”. A guerra irá eclodi e sua causa é justa. Desafiando seu pai, Gabriel se junta ás tropas revolucionarias. É quando um regimento britânico chega ás portas de sua casa pondo em risco tudo que ele mais preza sua família. Martin concorda ir a guerra ao lado de seu filho patriota e idealista, lidera o exercito revolucionário contra as devastadoras tropas britânicas. Ao final, este herói involuntário descobre que o único modo de proteger sua família é engajando-se na luta pela independência de sua jovem nação.





Miiih 
Beijos

terça-feira, 1 de abril de 2014

Lei dos Alojamentos (1765)

Lei dos Alojamentos (1765) 
Página 72 - Refletir e Ampliar

1- Exigia que os colonos alojassem e alimentassem as tropas inglesas em território americano. 
Essas medidas provocaram uma reação por parte das elites coloniais americanas. Elas não desejavam perder sua autonomia nem ter prejuízos.
 
só achei essa foto as outras não tinha nada a ver , estou pelo ipod .



beijos Mih ,
até mais




domingo, 30 de março de 2014

Mirella

Oiiii Galeeera, sou a Mirella(Mih), tenho 12 anos e faço aniversário em setembro, sou do 8ºA , sou muito tagarela, tem vezes que pensam que eu não faço a lição mais pode apostar que eu faço rsrsrs, vou postar lições de casa aqui no blog e é isso ai !!

Beijãoooooo
até a próxima